Espaço Casarini BRP atrai atenções em Campos do Jordão/SP

Movimentação é grande no estande que traz os veículos Can-Am e as motos aquáticas Sea-Doo, além dos motores de popa da Evinrude. Fonte: Mundo Press

Espaço Casarini BRP 2014 em Campos do Jordão/SP - Foto: Divulgação/Casarini

A temporada de inverno tem forte movimentação no Espaço Casarini BRP em Campos do Jordão, localizado no coração do Bairro Capivari, principal point dos visitantes da estação turística do interior paulista. Até o dia 27 de julho, o público poderá conferir de perto os veículos on-road e off-road da Can-Am, as motos aquáticas da Sea-Doo e os motores de popa da Evinrude. O estande funciona de quinta-feira a domingo, das 10h às 19h.

Este é o quarto ano consecutivo que a BRP marca presença na temporada de inverno em Campos de Jordão, portanto os clientes já esperam pelo nosso espaço. O lugar tem a temperatura certa e muita relação com o público que se identifica com os produtos BRP. A iniciativa é importante e traz ótimos resultados para a marca”, comentou Deninho Casarini, das concessionárias Casarini.

O mês de julho está repleto de atrações no Espaço Casarini BRP. Haverá test drive com as máquinas da Can-Am em todos os finais de semana, com exceção dos dias 12 e 13, por conta do jogo final da Copa do Mundo. O Can-Am Adventure Tours, passeio direcionado a proprietários de quadriciclos e UTVs de todas as marcas, agita as trilhas da região no dia 19.

Na mesma data, a Comunidade Spyder pega a estrada com destino a Campos do Jordão para mais um roteiro de sucesso. O passeio reúne os proprietários do roadster da Can-Am, referência em tecnologia e conforto no asfalto.

Espaço Casarini BRP – Campos do Jordão 2014
Endereço: Avenida Emílio Ribas, 1074 – Bairro Capivari
Até o dia 27 de julho, de quinta-feira a domingo, das 10h às 19h.

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Confira dicas de segurança com sua moto aquática

Aventura, adrenalina, diversão e também responsabilidade: Tudo isso envolve um bom passeio de moto aquática. Por isso, antes de se jogar na água, é importante estudar algumas regras para garantir a própria segurança, a dos acompanhantes e banhistas.
Fonte: Bom Barco

Foto: Divulgação BRP

Para lhe ajudar nessa lista, conversamos com Alexandre Gregório de Moraes, responsável pelo pós-venda das motos aquáticas Sea-Doo. Abaixo você confere as considerações mais importantes ao pilotar um jet ski e fica pronto para se divertir de forma 100% segura.

Regras básicas para um skier:
Ter mais de 18 anos e ser habilitado como motonauta pela Marinha do Brasil.

Periodicidade de manutenção

Após a utilização, é fundamental que sejam realizadas as manutenções na moto aquática, incluindo adoçamento, limpeza e lubrificação para evitar a deterioração de borrachas e plásticos, assim como a oxidação das partes metálicas. O adoçamento consiste em ligar uma mangueira com água doce no sistema de refrigeração do escapamento – ou do motor, para os modelos mais antigos.

Outra dica importante e que muitos novos usuários não sabem é que uma moto aquática não pode funcionar fora da água por mais de dois minutos com a mangueira acoplada e água doce corrente. Apesar de existir água fluindo, o procedimento pode causar superaquecimento e danos ao motor e ao sistema de escapamento. Os jet skis trocam calor com a água onde estão sendo utilizadas, e a entrada que permite o adoçamento só serve para eliminar o resíduo de água salgada ou do rio.

Além disso, cada concessionária estabelece o plano ideal para manutenção e revisão, que inclui troca de óleo, filtros e itens de desgaste natural.

O que verificar antes de comprar

1.     O freio é atualmente o principal item de segurança em uma moto aquática, pois permite realizar desacelerações repentinas e até paradas de emergência evitando impacto e atropelamentos.

2.     A escolha do modelo do casco de acordo com o tipo de navegação, em águas calmas ou mar aberto.

3.     Sistema de interrupção do motor em caso de queda (chave presa ao colete que desliga a unidade automaticamente em caso de queda).

Segurança do passageiro

Para levar um passageiro, o condutor deve estar familiarizado com todos os comandos antes de acelerar acima da velocidade de marcha lenta, sempre tendo ciência de que os diversos modelos de motos aquáticas não se comportam da mesma maneira. Também é importante que o condutor indique informações básicas aos passageiros sobre o funcionamento da embarcação e onde os equipamentos estão guardados. Todos precisam sempre utilizar coletes salva-vidas, e o passageiro deve ser instruído a utilizar os puxadores existentes ou segurar-se na cintura da pessoa da frente. Cada passageiro deve ser capaz de colocar simultaneamente os dois pés inteiros no fundo de cada encaixe de pé quando sentado adequadamente.

Dicas adicionais

Respeite a capacidade máxima de carga e número de pessoas.

Não se esqueça do colete salva-vidas, que deve ser aprovado pela legislação brasileira, e estar de acordo com o peso e tamanho do usuário.

Fique atento ao prazo de validade da carteira de motonauta.

Uma boa plataforma de embarque e escada são importantes no reembarque com segurança em águas mais turbulentas.

Com preparo e responsabilidade a diversão é garantida!

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Saiba como praticar Wakeboard com segurança

O Wakeboard é considerado o esporte aquático que mais cresce no mundo em número de praticantes. Essa febre é uma mistura de surf com snowboard, que vem conquistando uma legião de fãs por onde passa.
Fonte: Bom Barco

Foto: Dilvugação Red Bull PremiereNa teoria, o esporte parece ser bem simples. Uma prancha, um manete, uma corda e um barco é o que você precisa para começar. E então, a pessoa é rebocada pelo barco, surfando, saltando e, dependendo do nível de treinamento, fazendo manobras radicais.

Agora, na prática, a história muda de figura. Primeiro o esportista deverá se manter em pé enquanto é puxado pela lancha. Ao mesmo tempo, o piloto faz curvas e navega em velocidade consideravelmente alta. Depois de conseguir ficar em pé por bastante tempo vem o desafio de fazer as manobras. Se você não se importa muito com acrobacias pode ficar apenas ‘surfando’, pois já estará sentindo adrenalina suficiente para se apaixonar pela modalidade.

Quem leu a matéria até aqui com certeza ficou curioso em conhecer o esporte e se aventurar nas águas de alguma represa ou em alto mar. Mas como todas as modalidades esportivas e, principalmente as aquáticas, alguns cuidados são extremamente necessários e indispensáveis antes de se arriscar por aí.

Onde praticar

Por ser uma atividade de velocidade e forte impacto, o Wakeboard deve ser praticado apenas em alto mar, represas ou em locais exclusivos para isso, bem longe de banhistas ou locais rasos e com muitas pedras. Tudo isso para garantir a própria segurança, já que você será arremessado na água constantemente (até adquirir equilíbrio e domínio da sua prancha), e, é claro, para garantir a integridade de pessoas que não estão praticando o esporte.

Se você não tiver todos os equipamentos e precisar alugar ou se tem necessidade de algumas aulas de Wakeboard, é importante verificar, antecipadamente, se a empresa é idônea e conta com uma equipe de profissionais instruídos. Para iniciar as atividades, é indispensável o uso de equipamentos de segurança que estejam de acordo com seu peso e tamanho, como o colete salva vidas e uma roupa de borracha. Mas se você não sabe nadar não deve se arriscar nem com equipamentos de segurança.

Confira alguns lugares para praticar o esporte:
Represa de Atibainha, Nazaré Paulista (SP) - A represa faz parte do Sistema Cantareira e fica a apenas a 1h30 de São Paulo. O sistema abrange 12 municípios, sendo quatro deles de Minas Gerais Camanducaia, Extrema, Itapeva e Sapucaí-Mirim) e oito em São Paulo (Bragança Paulista, Caieiras, Franco da Rocha, Joanópolis, Nazaré Paulista, Mairiporã, Piracaia e Vargem).

Represa de Itupararanga, Ibiúna (SP) - Fica a 80km da capital e é formada pelos rios Sorocabuçu, Sorocamirim e Uma, formadores do rio Sorocaba. A represa foi construída pela Light em 1914 e banha os municípios de Ibiúna, Piedade, Mairinque, Alumínio e Votorantim.

Represa do Jaguari, Bragança Paulista (SP) - A represa tem 50 km² e também faz parte do Sistema Cantareira, formada pelos rios Jaguari e Jacareí. É considerado um espaço ideal para os esportes náuticos por ter um diferencial importante para a boa prática do wakeboard: a água limpa.

Lagoa Rodrigo de Freitas, Rio de Janeiro (RJ) - Possui águas calmas que atraem atletas de todos os níveis, inclusive profissionais. Palco da disputa do Circuito Carioca de Wakeboard e Circuito Mundial, a Lagoa também tem espaço dedicado aos iniciantes.

Lago do Tarumã, Manaus (AM) - O Amazonas é atualmente considerado o segundo polo mais procurado no país para a prática de wakeboard, depois de São Paulo, devido à estrutura encontrada. A popularidade do local é tão grande que se tornou uma das etapas do Circuito Brasileiro de Wakeboard. Em Manaus, estão disponíveis as duas opções de Wake: de barco e também de cabo.

Segurança e preparação

Durante a prática do esporte, nunca coloque o braço, a cabeça ou qualquer parte do corpo por dentro do manete e não enrole o cabo de ligação com a lancha na sua mão ou no seu braço.

Para Tess Abreu, da Associação Brasileira de Wakeboard, qualquer pessoa pode praticar esta modalidade, mas se você pretende virar um praticante ou atleta de Wake é importante se manter em forma, cuidar da alimentação, fazer exercícios regularmente e se alongar antes de entrar na água, pois esta atividade exige muita força do esportista, principalmente nos braços, o que torna as dores ao fim da prática muito comuns.

Vitor Cordeiro, pai do atual campeão brasileiro de Wakeboard profissional, Victor Cadette Cordeiro, de 15 anos, afirma que quanto mais cedo o atleta começar o esporte, melhor para a preparação física durante a atividade. “Começando cedo, o risco de lesões é bem menor, pois já aprende a cair, e as articulações suportam melhor. A preparação física (musculação) também é fundamental,” conta Cordeiro.

O pai do atleta aconselha que quem estiver interessado em começar a modalidade, deve procurar um professor, pois é mais seguro e o processo de aprendizagem se torna mais rápido. Além disso, deve seguir algumas práticas do seu filho como descansar e manter uma alimentação equilibrada. “Quando estiver na água, é importante não exceder 30 minutos de treino, já que praticar o esporte cansado aumenta o risco. E é claro, sempre usar colete salva-vidas”, acrescenta.

Responsabilidade do comandante

Para quem deseja se aventurar por conta própria também é preciso ficar atento. Se você já tem um barco ou deseja comprar um, antes de sair rebocando alguém você precisa estar habilitado pela Marinha do Brasil para pilotar qualquer tipo de embarcação.  O piloto é o maior responsável pela segurança de todos a bordo, inclusive do esportista.

Antes de sair com o barco verifique todos os itens de segurança como coletes salva-vidas, extintores, boia circular e luz de navegação e emergência. É importante, também, ter produtos de primeiros-socorros e ferramentas para atender emergências.

Para se manter longe de acidentes é importante navegar distante de margens, costas e regiões com banhistas. Fique atento ao esticar o cabo que reboca o atleta e oriente os passageiros a ficarem atentos também, pois o cabo pode enroscar e machucar alguém.

Certifique-se de que as pranchas e demais equipamentos estão bem presos ao barco, para que não caiam nos passageiros e sempre que for resgatar o praticante de wakeboard da água desligue a embarcação.

Além disso tudo, é importante que você se intere, se informe e conheça o esporte. Depois, é só se divertir e entrar para o time de amantes e adeptos do Wake.

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Fórmula 1: BRP revela troféu do Grande Prêmio do Canadá 2014

Pelo quarto ano consecutivo, peça foi desenvolvida por designers da multinacional canadense.
Fonte: Mundo Press

Foto: Divulgação/ BRP

A BRP revelou o maior objeto de desejo dos pilotos da Formula 1 no Grande Prêmio do Canadá 2014: o troféu. Pela quarta temporada consecutiva a multinacional canadense desenvolveu a peça, sendo que neste ano os responsáveis foram os designers Ghyslain Béland, do Canadá, Alexei Mikhailov, da Rússia, e Matt Tandrup, dos Estados Unidos. Após os treinos livres desta sexta-feira, o GP será realizado neste final de semana no circuito Gilles Villeneuve, em Montreal.

O troféu foi moldado com recursos digitais do computador e, em seguida, feito à mão por artesãos. O copo de vidro transparente ao centro, por meio de formas abstratas, remete à folha símbolo do Canadá, congelada no tempo. Os três braços que sustentam a peça representam linhas da pista de corrida, destacadas em vermelho, com entradas de ar que simbolizam desempenho e velocidade. Em sua forma total, o troféu destaca a velocidade aerodinâmica, como um carro de Fórmula 1.

O troféu é um gesto esculpido que captura o tema deste ano, ‘Racing Fever’ “, comentou François Dumontier, presidente e CEO da Octane Racing Group Inc, promotora do GP do Canadá. “Pelo quarto ano consecutivo, a BRP entregou uma obra de arte única.

O trio de designers conquistou a oportunidade de criar o troféu após vencer uma competição amigável no Design & Innovation Centre da BRP, que tem como objetivo estimular mentes criativas. O design vencedor foi selecionado por um júri especial, composto por representantes da Octane Racing Group e da BRP.

O Design & Innovation Centre é único em Quebec e reúne profissionais de primeira classe de todo mundo”, disse Denys Lapointe, vice-presidente sênior do programa. “Um projeto como a criação, desenvolvimento e produção do troféu do GP de Formula 1 do Canadá permite que os designers da BRP estimulem a criatividade e mostrem a sua versatilidade.

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As provas e modalidades com as motos aquáticas

Existem três tipos de provas nos campeonatos oficiais (Circuito Fechado, Slalon e Endurance) e dentro de cada prova diferentes categorias. Abaixo você encontra cada uma das modalidades e suas subdivisões.
Fonte: 360º Terra

Circuito Fechado

Provas realizadas em uma raia similar a uma pista de corrida demarcada por bóias nas cores vermelhas (curvas à esquerda) e amarelas (curvas à direita).

A largada para estas provas é dada simultaneamente, quando os pilotos ficam alinhados lado a lado, quando é disparado o “elastarter”. Daí para frente é habilidade pura, e vence o piloto que cumprir em primeiro lugar o número de voltas pré-estabelecidas. Para cada categoria são disputadas duas baterias de aproximadamente 12 minutos.

O número de voltas no circuito é determinado pela direção de prova, levando-se em consideração o nível técnico dos pilotos de cada categoria.

Todas as categorias disputam duas baterias por etapa. O resultado de etapa é dado pela somatória das duas baterias.

Existem diferentes categorias de circuito fechado em função do tipo de embarcação, de suas características físicas e técnicas, além da cilindrada do motor. As motos aquáticas são separadas em divisões, que por sua vez são separados em categorias dependendo da potência do motor.

Divisão Ski:

Ski Stock: Categoria destinada a pilotos que estão iniciando na modalidade esportiva, ou que desejam participar das competições com motos aquáticas originais, como fornecidos pelo fabricante. Devem, nesta categoria, participar com jets denominados “stand up”(em pé) que possuem o braço móvel. O Jet nessa categoria tem que ser totalmente original, sem qualquer tipo de modificação.

Ski Limited: Destinada a pilotos que tem Jets do tipo “stand up” até 800 cilindradas, o que significa que os motores desta categoria podem sofrer modificações limitadas, de acordo com o regulamento.

Ski Superstock: Destinada a pilotos que tem Jets do tipo “stand up” e com ótimo nível técnico. Os Jets inscritos nesta categoria podem ter os motores ilimitadamente preparados até 800 cilindradas.

Divisão Sport:

Sport Stock: Nesta categoria apenas participam Jets do tipo Wave Blaster ou HX que devem ser totalmente originais de fábrica.

Sport Limited: Categoria destinada a pilotos que tenha Jet Skis do tipo Wave Blaster ou HX, sendo que os motores podem sofrer alterações limitadas até atingirem 800 cilindradas.

Sport Superstock: É uma categoria intermediária, entre a Stock e Limited e Sport Modified. Nesta categoria tem que ter experiência e pode trabalhar o Jet ilimitadamente, para obter maior velocidade.

Divisão Runabout:

Runabout 800/1200 Stock: Destinadas a pilotos que possuem Jet totalmente originais como fornecida pelo fabricante, e que já possuem experiência suficiente para não serem considerados como novatos.

Runabout 800 Limited: Nesta categoria os motores podem sofrer modificações limitadas e podem ter no máximo 800 cilindradas.

Runabout 800/ 1200 Superstock: Destinadas a Jets com 800/1200 cilindradas. Nesta categoria o piloto tem que ter experiência e pode trabalhar o Jet ilimitadamente, para obter uma maior velocidade.

Freestyle (estilo livre)

Na categoria Freestyle, os pilotos se apresentam individualmente, tendo dois minutos para demonstrar suas habilidades, manobras; quando um corpo de jurados determina notas de zero a dez para cada apresentação.

O piloto inscrito nesta categoria pode utilizar qualquer tipo de moto aquática com qualquer cilindrada. A categoria é dividida em Freestyle Estreantes, para pilotos iniciantes, Experts, para pilotos com uma maior habilidade em manobras e Profissional para pilotos muito experientes.

Slalon (prova contra o relógio)

Um circuito de bóias em zigue-zague é montado em um raia à parte do circuito fechado. O slalom é uma prova contra o relógio, onde o piloto tem que realizar o circuito (ida e volta) no menor tempo possível.

Endurance (prova de longa duração)

O Endurance é uma competição de longa duração. Os pilotos participam em duplas, sempre como o mesma  moto aquática, podendo realizar quantas paradas forem necessárias, para abastecimento, reparos e troca de pilotos.

Os jets inscritos devem ser da classe Runabout. O Endurance é a competição ideal para aqueles amantes da modalidade que gostam de adrenalina, mas não se aventuram em competições de circuito fechado.

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Como transportar seu Sea-Doo?

A Sea-Doo divulgou um novo vídeo com diversas dicas práticas para quem quer transportar sua moto aquática e aproveitar uma das maiores vantagens das motos aquáticas, que é a facilidade de levá-la para os mais variados destinos.
Fonte: Sea-Doo
Redação: Bombarco

Veja o vídeo aqui!

Antes de sair

- Cheque a capacidade do seu carro e do reboque;
- Conecte o cabo de luz da carreta ao carro e teste as luzes para garantir que elas estão funcionando;
- Cheque se a traseira do moto aquática está seguramente presa e com a as amarras corretas;
- Calibre os pneus da carreta que levará o jet;
- Cheque se a carreta está seguramente engatada ao reboque e se a correia de tensão e a manivela que prendem o jet à carreta estão bem presas;
- Cheque a bateria do jet ski está carregada;

Na estrada

- Lembre-se que agora você tem mais peso na traseira, por isso, mantenha uma distância maior dos outros carros para frear com mais segurança;
- Aprenda a fazer curvas mais abertas, pois a carreta pode ser mais largar que o seu carro;

Já que dirigir com a carreta demanda prática, encontre um espaço amplo e com pouco movimento, como um estacionamento vazio, para treinar.

Quando chegar

- Solte as amarras da traseira do jet;
- Coloque as roupas apropriadas para o passeio;
- Coloque tudo o que pretende levar com você nos compartimentos do jet;
- Desconecte o cabo de luz da carreta no carro;
- Leve o jet para a rampa de acesso à água;

Cada local tem um lugar apropriado para a entrada e saída de embarcações na água. É importante respeitar as regras para garantir a segurança do seu equipamento, dos banhistas, das outras embarcações e a sua, é claro.

- Posicione o carro de forma que a carreta entre numa linha reta na água e tente manter essa posição até chegar à água;
- Prenda um cabo (corda) a moto aquática pra que você possa segurá-lo quando soltar o equipamento da carreta;
- Continue dando ré até que o  jet comece a flutuar;
- Acione o freio para que seu carro não mude posição quando você descer;
- Preste atenção na posição da carreta na água para saber como e onde pará-la na hora de tirar o  jet da água;
- Segure o cabo que prendeu ao jet ski e solte aos poucos o jet na água com a ajuda da manivela;

Peça ajuda a quem estiver com você para facilitar o trabalho.

- Solte o freio e tire o reboque da água;
- Estacione o carro em um lugar apropriado e tome cuidado para que a carreta não atrapalhe a passagem de outros veículos;

Antes de partir

- Leve a carreta até a água, lembrando-se da posição ideal que usou na hora de desembarcar o jet;
- Coloque o jet em cima da carreta e use a manivela para puxar o equipamento até ponto certo, com a frente da moto aquática encostada no amortecedor do manivela;
- Cheque a trava de segurança da manivela;
- Tire a carreta da água;
- Reconecte o cabo de luz da carreta ao carro;
- Retire seus pertences dos compartimentos do jet;
- Prenda bem a traseira da moto aquática com as arramas.

Ao chegar em casa, não esqueça de fazer todo o cuidado pós-uso na sua moto aquática para garantir o bom funcionamento por muito tempo.

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Expedição a bordo de motos aquáticas percorre 700 km no Pará

Repleto de água doce e salgada, o Estado do Pará é cenário perfeito para as motos aquáticas. A terceira edição do Jet Rally do Marajó, expedição realizada entre a capital Belém e a Ilha da Mexiana, no Arquipélago do Marajó, percorreu 700 quilômetros no final de abril. Fonte: Mundo Press

Foto: Divulgação/ Direct Jet

A aventura reuniu 22 embarcações, 13 delas da marca Sea-Doo, em 23 horas de pilotagem na água durante três dias.

A expedição foi um sucesso e exigiu bastante dos participantes, todos pilotos experientes com motos aquáticas”, contou Leonel Pinho, da Direct Jet, organizadora do evento e concessionária dos produtos BRP no Pará (o que inclui as máquinas da Sea-Doo). “O ponto mais difícil foi navegar no canal sul do Rio Amazonas, o qual possui água salobra e bastante agitada, que forma ondas de até três metros. Já na Ilha da Mexiana as águas são bastante calmas, o local é muito bonito”, continuou.

O Arquipélago do Marajó fica 70% alagado nessa época do ano, das chuvas. No verão, é possível caminhar por diversos lugares que passamos de motos aquáticas. A estada em Mexiana foi ótima, aproveitamos para pescar e observar a natureza, marcada pela forte presença de capivaras”, concluiu Leonel Pinho. O próximo evento da Direct Jet está marcado para o dia 28 de junho na Praia do Caripi, em Barcarena (PA), onde será realizada a 12ª edição do Passeio dos Namorados.

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Sea-Doo é destaque no 20º Prêmio Fluir/Waves

Escolhido pelo público como Melhor Surfista de 2013, Gabriel Medina leva para casa uma moto aquática Sea-Doo Spark de três lugares com iBR.
Fonte: Mundo Press


A Sea-Doo foi destaque como patrocinadora da 20ª edição do Prêmio Fluir/Waves, considerado o “Oscar” do surf brasileiro, cuja cerimônia foi realizada na noite desta quarta-feira no Rio de Janeiro (RJ). Tendo como base a temporada 2013, o público elegeu por meio da Internet os melhores em diversas categorias. O paulista Gabriel Medina, líder do ranking mundial, ganhou a categoria Melhor Surfista e levou para casa uma moto aquática Sea-Doo Spark de três lugares com iBR, o sistema de freio e reverso inteligentes exclusivo da marca.

“A moto aquática já está bastante presente no segmento do surf, por meio do Town-In e do resgate dos atletas nos campeonatos e treinamentos. A Sea-Doo tem como objetivo apoiar os esportes aquáticos, destacando a moto aquática como uma ferramenta importante para a prática com segurança”, explicou Bruno Arakaki, do marketing da fábrica canadense.

“Teremos em breve um lançamento direcionado ao resgate, aguardem as novidades”, antecipou. A cerimônia de premiação reuniu a elite do esporte na capital fluminense, que recebe a etapa brasileira do WCT, o campeonato mundial da modalidade.

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Represa de Guarapiranga tem opções de lazer para todos os gostos

Para muitos paulistanos que vivem nas regiões Norte, Leste, Oeste e central da cidade, a Represa de Guarapiranga é um mundo de água, situado na Zona Sul.
Fonte: Veja SP

Distante cerca de 25 km da Praça da Sé e responsável pelo fornecimento de água a 4 milhões de pessoas no estado, basta surgir um dia de sol e com bons ventos que o local também se transforma em um parque de diversões – principalmente aquáticas.

Ao longo de seus 28 quilômetros de margens, estão instaladas dezenas de clubes e escolas de esportes náuticos, além de parques e marinas particulares.

Mas em que outro local eu poderia pilotar meu jet ou praticar wakeboard antes de sair para o trabalho? ” conta o publicitário Carlos Alexandre Sampaio.

Mesmo quem não é dono de um quintal com vista para a água verde-escura da represa pode navegar e aprender a velejar nas escolas de iatismo, ou associar-se a alguma agremiação esportiva com sede na região. No Tempo Wind Clube, um dos mais tradicionais, aprendem-se windsurf, wakeboard e kitesurf, modalidade em que o esportista se desloca sobre uma prancha, preso a um miniparaquedas, quatro horas a aula.

Com trilhas, quadras poliesportivas, dois campos de futebol, lago, brinquedoteca e um belíssimo viveiro do qual saiu boa parte de suas 379 000 mudas plantadas, o Parque Ecológico do Guarapiranga é outro atrativo da região. Cerca de cinquenta espécies de aves, mamíferos e répteis vivem na área. Também gratuito, o chamado Solo Sagrado, parque mais ao sul do reservatório, em Parelheiros.

Diversões aquáticas

Passeios de barco
Saídas aos sábados, domingos e feriados da Avenida Robert Kennedy, 4600, fundos do restaurante Mil Milhas.

Chalana Borboleta, Tel. 9274-6580. Passeios de 30 minutos.

Lancha do Puck, Tel. 5517-6096.

Clubes e escolas

Associação Paulista de Veleiros Radiocontrolados: Informações com o comodoro João Pascarelli (joao.pascarelli@uol.com.br)

Clube de Campo do Castelo: Rua Celso Mantovani, 1, Interlagos, Tel. 5666-9011.

Parque Ecológico do Guarapiranga: Estrada da Riviera, 3286, Riviera Paulista, Tel. 5517-6707

Pera Náutica: Rua Valentim Ramos Delano, 151, Jardim Três Marias, Tel. 5524-3553. Cursos de vela.

Solo Sagrado de Guarapiranga: Estrada do Jaceguai, 6567, Parelheiros, Tel. 5970-1000

Tempo Wind Clube: Rua Antônio Segala, 102, Riviera Paulista, Tel. 8280-2660. Aulas de windsurf.

Yacht Club Santo Amaro: Rua Édson Régis, 481, Jardim Guarapiranga, Tel. 5687-8847.

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Hidrate-se antes de qualquer atividade física!

Tomar líquidos é fundamental à prática saudável de atividades físicas. O que a maioria das pessoas desconhece é a maneira adequada de se hidratar: antes, durante ou depois do exercício? Beber água ou isotônico?
Fonte: Webventure
por Fernanda Colavitti

Sem a devida reposição de líquidos, o próximo passo do organismo é certamente, desidratar-se. Diante da falta de água, ele passa a absorver do sangue e de outros órgãos do corpo o líquido de que precisa e a pessoa pode ter os sintomas como sede, febre, fraqueza, cãibras, sono, dores de cabeça, boca seca e assim por diante. Para não passar mal é importante se prevenir.

Segundo a nutricionista, Mariana Rezende Gomes da Universidade de São Paulo (USP), deve-se beber água uma hora antes de iniciar uma atividade física.

Se o exercício for prolongado, o ideal é tomar um isotônico – 200 a 300 ml – de 20 em 20 minutos. “O isotônico é mais apropriado durante o exercício, prevenindo as duas causas principais do cansaço: diminuição do nível de glicose no sangue e perda de sódio, responsável pelo equilíbrio da pressão sangüínea” explica Mariana.

Mas, tenha cuidado! Pessoas que ingerem isotônicos e não praticam atividades físicas podem ter problemas de pressão, devido ao excesso de sódio.

Estou desidratado? Outra noção errada é em relação à desidratação e seus sintomas. O atleta que pratica atividades não prolongadas, não ingere líquidos e tem sua temperatura corporal elevada, consequentemente cansará mais rápido em decorrência da perda de nutrientes, o que não quer dizer que esteja desidratado.

Em casos de atividades prolongadas, ou seja, por mais de uma hora, o que causa tais sintomas é a baixa de glicose no sangue, nos músculos e a falta de nutrientes, não a falta de água.

Portanto, antes de praticar qualquer tipo de atividade física lembre-se sempre de levar sua garrafinha de água. E bom divertimento!

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